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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Men in Black 3 (Homens de Preto 3)

Sinopse: O terrível Boris, o Animal (Jemaine Clement) foi capturado no passado pelo agente K (Tommy Lee Jones) e na época perdeu o seu braço. Vivendo na prisão lunar de segurança máxima, o alienígena consegue bolar um plano de fuga para dar andamento ao seu objetivo de recuperar o membro de seu corpo e ainda acabar com K de uma vez por todas. Para isso, ele pretende viajar no tempo e mudar o rumo da história. Para evitar que ele triunfe em seu plano maligno, o agente J (Will Smith) também volta ao passado e lá encontrará os jovens agentes K (Josh Brolin) e O (Alice Eve), descobrindo segredos que mudarão sua vida e a amizade de ambos.

Quase dois meses sem postar absolutamente nada (nem uma justificativa), mas se existem pessoas que de fato acompanham peço a estas que me desculpem pela demora. MIB 3 e a experiência de ver o filme se entrelaçou bastante com eventos atuais na minha vida. Antes eu não poderia mencionar isso, mas agora que fui destituído de minhas controversas funções na empresa onde trabalhava, posso falar: como o vilão Boris lembra o meu antigo "coordenador", ambos se banham na mesma maneira pouco civilizada de se comunicar, na época eu achei extremamente engraçado, uma pena que só foi possível mencionar agora... Agora que o pequeno complô de meus antigos "superiores" me deu um tempo extra, vou tentar atualizar o blog com mais frequência. Já que mencionei o vilão Boris, ele fica no mesmo estereótipo já conheceido de vilões espaciais da franquia, e óbviamente muito divertido, bruto, desajeitado e por vezes cômico é facilmente um personagem que vale conferir o filme por sua causa. O filme não peca em tentar trazer de volta o sucesso de uma franquia que teve seu ultimo lançamemteo em 2002, a trama do filme utiliza exatamente a temática de viagens no tempo pra fazer esse papel. E vale a ressalva, o agente K é uma figura. Para quem procura diversão e efeitos especias agradáveis esssa é a pedida. Dirigido pelo mesmo diretor dos dois filmes anteriores, Barry Sonnenfeld.

Classificação:  

sábado, 28 de abril de 2012

The Avengers (Os Vingadores)

Sinopse: Loki (Tom Hiddleston) retorna à Terra enviado pelos chitauri, uma raça alienígena que pretende dominar os humanos. Com a promessa de que será o soberano do planeta, ele rouba o cubo mágico dentro de instalações da S.H.I.E.L.D. e, com isso, adquire grandes poderes. Loki os usa para controlar o dr. Erik Selvig (Stellan Skarsgard) e Clint Barton/Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), que passam a trabalhar para ele. No intuito de contê-los, Nick Fury (Samuel L. Jackson) convoca um grupo de pessoas com grandes habilidades, mas que jamais haviam trabalhado juntas: Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Steve Rogers/Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Bruce Banner/Hulk (Mark Ruffalo) e Natasha Romanoff/Viúva Negra (Scarlett Johansson). Só que, apesar do grande perigo que a Terra corre, não é tão simples assim conter o ego e os interesses de cada um deles para que possam agir em grupo.

Uma das experiências cinematográficas nerds mais épicas que eu já tive na vida, pode parecer exagero, mas acreditem, não é. Vingadores é o resultado, a conclusão de um dos projetos mais ousados da Marvel, que foi deixar várias "pistas" em seus filmes (Thor, Homem de Ferro, Hulk, Capitão América...), no intuito de resultar nesse maravilhoso projeto. O resultado meus caros, é assustadoramente transcendental. Assisti na estreia, demorei a postar algo sobre o filme por ainda estar sem palavras, extasiado (e o efeito ainda não passou), ver o meu personagem favorito roubando a cena e fazendo as pessoas no cinema gritar (ok, eu não gosto de pessoas gritando no cinema, mas vou abrir uma exceção, dessa vez até eu tive vontade...), nada mais nada menos do que o Hulk, a película ficou imbatível com a dupla Hulk/Homem de Ferro que roubam absolutamente todas as cenas em que dão o ar da graça. Até esqueci que não achei legal a ideia do Mark Ruffalo interpretar o Dr. Bruce Banner. O filme está tão espetacular que ele até o momento ostenta a absurda nota 9.0 no site Imdb e pulou para o primeiro lugar da semana. E, pasmém, assistimos primeiro do que os americanos, isso mesmo, o filme só vai estrear na América do Norte no dia 04 de Maio. Esssa estreia adiantada em países mais "humildes", rendeu no primeiro dia o montante de US$ 17 milhões de dólares, é como vender terreno no céu, tirar esse faturamento desses países (tendo a Austrália como principal colaboradora). O filme nos Estados Unidos já tem muito singressos vendidos, estima-se que ele já vendeu mais ingresso do que os filmes isolados dos heróis todos juntos. A previsão é de um faturamento de US$ 150 milhões quando o filme estrear por lá. Um outro fator que vale comentar é que o filme foi convertido para 3D na pós-produção, embora esse fato geralmente indique um filme pobre de efeitos  em três dimenssões não foi o caso aqui, ficou devidamente aceitável. Direção? esse realmente me fez retirar o que eu disse, quando eu vi que o diretor Joss Whedon seria o pai da criança eu pensei: "merda, o cara dirigiu episódios de Buffy e Angel, isso não vai dar certo", olha aí que alguém pode se redimir de maneira épica, o cara fez uma dos maiores trabalhos cinematográficos para os nerds até a presente data. Joss, tu tá perdoado. É assistir, assistir novamente e mais algumas vezes e infinitamente. Sair do cinema com a alma lavada e com um sorriso besta. E aos já aconstumados, um aviso: esperem um pouco, nos créditos tem mais surpresas.

Classificação: Ad infinitum

domingo, 15 de abril de 2012

Contraband (Contrabando)

Sinopse: Chris Farraday (Mark Wahlberg) já tinha largado a vida de contrabandista, mas Andy (Caleb Jones), o irmão de sua esposa Kate (Kate Beckinsale), se meteu numa jogada e perdeu a mercadoria. Agora, ele precisa voltar à ativa para recuperar o prejuízo porque Tim Briggs (Giovanni Ribisi) e seus capangas, começam a ameaçar sua esposa e a família. Começa então um forte pressão e Chris vai precisar de toda a sua experiência e contatos para vencer essa corrida contra o relógio e pagar uma dívida de milhões de dólares.

Não é um estilo que eu veja com frequência, mas até que não é um filme ruim. O ex-vilão que é herói que tem que usar seu conhecimento de quando era vilão pra ser o herói. Basicamente isso resume a história. Se você é o espectador do tipo "velho ranzinza" ou do tipo "pinocchiofobia" nem se arrisque a ver esse filme, principalmente pelo bem de quem for assistir com você, pois você obviamente vai passar o tempo inteiro reclamando que tudo é mentira. É um filme!! Não entendo o que tem na cabeça de algumas pessoas com relação a esta dificuldade de aceitação. Algumas das ideias do protagonista no filme são até muito coerentes. A execução é que seria o problema, mas o pessoal acha uma maneira de explicar e o que não dá pra explicar fica sem explicação mesmo. Se tiver algum marmanjo eriçado pela Kate Beckinsale pode ir dando meia-volta no burrinho e retornando pra Jerusalém, não tem nenhum figurino justo como em Underworld, e ela preserva as roupas o filme todo.  O filme foi dirigido pelo Baltasar Kormákur (sem piadas com o nome dele pessoal, por favor!). E tem data de estreia prevista para 27 de abril aqui no Brasil.

Classificação:

sábado, 14 de abril de 2012

God Bless America

Sinopse: Na trama, Frank (Joel Murray), desempregado, desiludido e após descobrir que tem um tumor no cérebro, resolve matar todas as pessoas que considera um problema para a humanidade, e encontra Roxy (Tara Lynne Barr), uma adolescente de 16 anos que resolve compartilhar seu desejo de limpar o mundo de todos os seus membros mais repelentes. Juntos eles começam a fazer justiça pelas próprias mãos, eliminando a escória da sociedade.

Antes de mais nada vamos começar pela irônia do título, "God Bless America" (Deus Salve a América) é uma música patriota americana, originalmente escrita por Irving Berlin em 1918 e revisada por ele 1938. "God Bless America" tem a forma de uma oração pedindo a paz e a bênção de Deus para a nação. Escrito e dirigido por Bobcat Goldthwait (o personagem "Zed" do filme "Loucademia de Polícia"), é um clássico instantâneo. Com elementos que lembram bastante "Um Dia de Fúria" só que visando fazer uma sátira aos tempos superficiais em que o americano classe média vive, cada vez mais emburrecidos e estupidificados. (Óbvio que isso também ocorre com os jovens aqui do Brasil). Você está cansando da bajulação aos famosos? Das pessoas mal educadas no cinema? De adolescentes que têm como ídolos pessoas cuja maior coisa que já fizeram foi aparecer em um vídeo na internet? Fanáticos religiosos? Assistam a solução que os personagens no filme arranjaram para estes parasitas da sociedade. Filmes com esta temática geralmente chocam as pessoas mais cheias de frescuras, se você não se enquadra nessa categoria esse é um filme bastante divertido. Comédia e humor negro à vontade. Os diálogos entre Frank e Roxy são simplesmente épicos. As discussões sobre problemas contemporâneos vão te fazer rir ao concordar com o ponto de vista deles. Fico contente em saber que ainda existem pessoas com capacidade de transformarem o nosso lixo em um grande filme.

Classificação:


Sherlock Holmes: A Game of Shadows (Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras)

Sinopse: Sherlock Holmes (Robert Downey Jr.) continua desenvolvendo novos disfarces e maneiras de ludibriar seus oponentes, enquanto seu fiel escudeiro John Watson (Jude Law) está prestes a se casar e sair numa lua de mel dos sonhos com sua amada Mary Morstan (Kelly Reilly). A única coisa que o caro Watson não contava era que seu amigo Holmes apareceria com uma nova teoria conspiratória de que o ardiloso Professor Moriarty (Jarred Harris) estaria por trás de uma série de assassinatos, que visam desestabilizar a paz mundial. Quando a amiga Irene Adler (Rachel McAdams) desaparece, depois de prestar um serviço sujo para Moriarty, Holmes descobre que a cigana Simza (Noomi Rapace) pode ser a chave para desvendar todo o mistério por trás das mortes. A questão é: conseguirá Holmes superar a esperteza do terrível Moriarty?

Um bom filme, demorei a assistir por uma série de razões que não vem ao caso, mesmo assim não fiquei muito impressionado. A história foi baseado em "O Problema Final", mas tem elementos de várias outras histórias de Arthur Conan Doyle. A cobrança para o diretor Guy Ritchie é normal, já que ele também dirigiu o primeiro filme, mas acredito que o primeiro ficou melhor. Mas isso foi apenas a minha opinião e de maneira nenhuma representa uma verdade universal. A interpretação do Downey Jr. continua impecável, nos dando um Sherlock debochado e inventivo. E os disfarces usados por ele são umas pérolas. A fotografia e os efeitos visuais do filme não são menos impressionantes do que o trabalho soberbo do Hans Zimmer com a trilha sonora. Pra encurtar a conversa fiada; é um daqueles filmes que, mesmo que tenha algo ruim, ainda assim é imperdível.

Classificação:


domingo, 8 de abril de 2012

Life in a Day (A Vida em um Dia)

Sinopse: "A Vida Em Um Dia" é uma experiência global histórica para criar um filme gravado pelos usuários do site Youtube para documentar um único dia na Terra. No dia 24 de julho de 2010, pessoas do mundo inteiro gravaram um momento de suas vidas e enviaram ao site. Mais de 80.000 vídeos foram enviados por pessoas de 197 países.

A experiência de ver esse filme pode causar um efeito muito sério nas pessoas, embora o filme seja composto de imagens fantásticas de várias culturas visando nos mostrar como somos diferentes e tão semelhantes ao mesmo tempo, pode ser que aconteça de algumas pessoas perceberem o quão são pequenas no meio disso tudo. Pessoas que gostam de se achar o umbigo do universo deveriam assistir esse filme como forma de tratamento. É isso aí seus compostos de carbono, esse filme é um tapa na cara. Foi cinema feito por pessoas para pessoas. Um dos pontos que ficam muito claros no filme é como ainda existe desigualdade social pelo mundo. E como a religião, que um dia pode ter sido criada para acalentar os corações das pessoas, hoje em grande parte é responsável por criar desmiolados e ser pivô de conflitos e guerras. O depoimento final é como um quebra-clima, para te trazer de volta à realidade, para te despertar do transe causado pelas cenas que até aquele momento foram responsáveis por te deixar em estado catatônico. Tudo que é mostrado no filme comprova apenas que o ser humano, não importando seus diferenças, cada um à sua maneira, tenta apenas sobreviver e buscar aquela coisa da qual tantas pessoas falam, a felicidade. Se esse filme não for capaz de mudar sua maneira de ver o mundo e as pessoas ao seu redor, nem mesmo um pouco, nenhum mais conseguirá. A música que toca algumas vezes durante o filme chama-se "A Day At a Time" da  Ellie Goulding. A direção ficou por conta do Kevin Macdonald, que tem experiência em documetários e na produção temo nada menos do que Ridley Scott. Estrei nos cinemas daqui no dia 13 de abril.

Classificação: 

August Eighth (Avgust. Vosmogo)

Sinopse: A história é sobre uma jovem mãe solteira que é obrigada a colocar sua vida em riscopara ir à Ossétia do Sul, onde seu filho está, o qual ela tinha enviado para lá na véspera de um conflito. O filme pode ser dividido em duas partes que se alternam com o outro: um mostra como, aos olhos de um menino o conflito na Ossétia do Sul se transforma em uma história de guerra fantástico, com super-robôs, e a segunda mostra a realidade da situação de guerra e da jornada da heroína principal.


Impressionante, quando eu vejo uma produção como essa vinda de um país que não tem uma grande tradição no cinema, como é o caso da Rússia, eu me sinto envergonhado de ver os filmes que são produzidos no Brasil. O pior é que o povo aqui tem capacidade... Enfim, a ideia de mostrar uma guerra aos olhos de uma criança, nos momentos em que pela semiótica do garoto os veículos são robôs gigantescos é bastante interessante.
Em um primeiro momento vocês devem estar pensando que isso vai ficar aparecendo o filme inteiro, correto? Errado! O filme tem o foco voltado principalmente para a mãe do menino, e a busca desesperada que ela faz por ele. Grande parte do filme é abordado pela visão realista da mãe e os bombardeios, emboscadas, explosões e fugas das quais ela deve sobreviver. As cenas de combate estão muito bem produzidas e de uma qualidade incontestável. Os efeitos especiais, com os robôs da visão do menino, dão algumas mancadas, mas no geral não atrapalham tanto o desenvolvimento do filme. A fotografia é de um bom gosto excelente. Filme muito recomendado.

Classificação:  

sábado, 7 de abril de 2012

Shame

Sinopse: Brandon (Michael Fassbender) é um cara bem sucedido e mora sozinho em Nova York. Seus problemas de relacionamento, aparentemente, são resolvidos durante a prática do sexo, tendo em vista que é um amante incontrolável. Contudo, sua rotina de viciado em sexo acaba sendo profundamente abalada quando sua irmã Sissy (Carey Mulligan) aparece de surpresa e pretende morar com ele.

 "Shame" não é um filme para qualquer espectador, é um filme lento e um pouco chocante para algumas pessoas mais conservadoras. É um drama cru, mas muito bem elaborado ao mesmo tempo. O filme trata da doença do protagonista de maneira muito verdadeira, a atuação do Fassbender ajudou um bocado. Quem estiver interessado em ver o filme por achar que vai se fartar em ver cenas de sexo só porque a patlogia do personagem é o vício em sexo, pode ir tirando o cavalinho da chuva. Embora pareça essa a promessa o que recebemos foi uma filme com dois personagens com sérios problemas psicológicos. A irmã do protagonista não é viciada em sexo, mas tem sua parcela de problemas psicológicos graves. Considero o filme uma lição, pricipalmente para as pessoas que acham que aquilo não existe, muitas pessoas, principalmente algumas mulheres acham que todas as pessoas são boas. Assistam o filme e pratiquem um pouco mais de cautela, pois homens com o "problema" que o personagem principal apresenta não são muito incomuns, se não por doença, por necessidade de se provar em uma sociedade onde os "amigos" cobram esse tipo de atitude "masculina". E só cai nessa quem quer... A questão dos irmãos terem problemas, cada um ao seu modo, foi muito convincente, ou vão me dizer que nunca viram famílias problemáticas? Essa questão de "herança" miserável tem embasamento prático. Conheci famílas, humildes, onde todos os irmãos tinham cada um seus problemas, tenho ciência que não existe ninguém que possa ser considerado "normal", mas essa família extrapolava. Assim como conheci famílias menores, de alta classe social, onde as irmãs apresentavam igualmente problemas cada uma ao seu modo. Isso torna a história em torno da irmã do protagonista bastante convincente também. A "vergonha", que dá título ao filme, me deixou um pouco incomodado, em muitas cenas é possível entender, de uma certa forma, a escolha dele. Em um momento do filme, onde ele está desesperado, mas desesperado mesmo, pois ele busca saciar sua vontade da maneira mais desesperada que se pode imaginar, onde inclusive atesta que é uma doença, podemos constatar o quão destrutivo pode ser uma doença como essa.

Classificação:  

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